Novos médicos-veterinários recebem Cédula de Identificação Profissional

O Conselho Regional de Medicina Veterinária do Rio de Janeiro (CRMV-RJ) realizou nesta terça-feira (28), a cerimônia de entrega das Cédulas de Identificação Profissional (CIP) aos novos médicos-veterinários. A solenidade aconteceu na sede do CRMV-RJ.

O evento foi presidido pelo vice-presidente do CRMV-RJ, Diogo Alves, e possibilitou o acesso formal ao mercado de trabalho dos participantes. Foram compartilhadas questões como as do organograma do Conselho, da importância do cargo de Responsável Técnico, bem como suas atividades e dificuldades enfrentadas no exercício. A importância e obediência ao Código de Ética Profissional também foram enfatizadas.

Complementar, divulgação e propaganda dos serviços veterinários, o combate aos falsos profissionais, bem como a restrições da Telemedicina Veterinária também fizeram parte das informações prestadas.

Esta solenidade contou o apoio do Instituto Qualittas e do grupo Tudodvet, que ofereceram um coffee break aos participantes.

Uma das participantes da cerimônia foi Alexandra de Souza Barbosa, de 48 anos, que mora em Araruama, mas atua em Silva Jardim.

“Ser médica-veterinária era o meu sonho de infância. Me formei enfermeira porque, na época, não conseguia custear a medicina veterinária. Mas graças a Deus eu consegui e agora eu quero me especializar em dermatologia”, contou Alexandra, que foi acompanhada de seu marido, André Martins, que é funcionário público aposentado e também médico-veterinário.

Victoria Evangelista, 24, moradora de Nova Iguaçu, foi acompanhada do pai, Marcelo da Conceição.

“Eu gostei bastante da cerimônia, foi muito esclarecedora. Além das várias áreas de atuação que podemos seguir, a gente percebe que o Conselho está pronto para nos ajudar”, declarou a profissional, que quer atuar na clínica e cirurgia de pequenos.

O pai de Victoria disse que foi ótimo fazer parte da cerimônia ao lado da filha. “Foi a realização de um sonho. As coisas são muito difíceis. Tenho outra filha fazendo engenharia civil. Eu mesmo trabalho na área da construção civil. A gente que trabalha por nossa conta não tem uma renda fixa. Inclusive alguns meses a gente tem uma dificuldade e só conseguia fazer o pagamento da mensalidade”, disse.

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