Impacto do inverno nos animais afeta muito mais do que você pensa

A semana começou gelada no Sul e no Sudeste do Brasil e assim deverá continuar durante este fim de semana. A massa de ar polar só dará uma trégua a partir de segunda-feira (2), com uma subida gradual das temperaturas.

Não só os seres humanos mas também os animais sentem muito com as bruscas quedas de temperaturas. Os grandes animais têm a sua produção leiteira com sensível declínio e as aves diminuem a postura. Com isso, observamos o aumento nesta época do ano no preço de leite, carne e ovos.

No caso das aves, esse fato não ocorre devido ao frio e sim pela menor quantidade de luz nesta época do ano, já que ela influencia diretamente as funções biológicas das mesmas.

Os animais de companhia também são impactados nesta época do ano. Vale lembrar que o frio tem a capacidade de propagar a dispersão de vírus e bactérias e, sendo assim, cuidados veterinários com relação ao bem-estar e à vacinação do animal são a principal forma de combater doenças.

Os cães e gatos reagem bem semelhantemente às baixas temperaturas. Os primeiros sinais de que gatos e cachorros sentem frio são coriza, secreção, prostração, caminhar lento, longos períodos dormindo, rejeição à comida e espirros.

Os animais, como nós seres humanos, tendem a reduzir o consumo de água no período de frio intenso e, também, a aumentar a ingestão calórica para se manterem aquecidos. É de bom tom que a prática de exercícios e brincadeiras com os animais sejam mantidas, evitando o sobrepeso, que é hoje uma realidade mundial no cenário de animais de companhia.

A pandemia trouxe um convívio mais intrínseco com nossos animais, fazendo com que possamos notar com mais clareza possíveis alterações na saúde do pet e procurarmos um médico-veterinário, que é o profissional legalmente habilitado para diagnosticar e tratar os animais enfermos.

Não hesite em consultar um médico-veterinário nesta época do ano. Os animais precisam não só de calor humano mas também de cuidados médicos.

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