Médicos-veterinários participaram da solenidade de entrega da CIP nesta quinta-feira

“Desde sempre tenho o sonho de ser médica-veterinária. Mas meu amor pelo Exército começou quando eu entendi que os médicos-veterinários trabalhavam nas forças armadas. A ideia foi ratificada em uma novela que vi e, depois, novamente em postagens nas redes sociais do Conselho de Veterinária. Foi vendo o edital do concurso que entendi o que queria da minha vida”.

O comentário acima foi feito pela médica-veterinária Dayanna Henriques, de 23 anos, moradora de Itaboraí, logo após receber a Cédula de Identidade Profissional (CIP) do Conselho Regional de Medicina Veterinária do Estado do Rio de Janeiro (CRMV-RJ).

Além dela, outros médicos-veterinários participaram da solenidade de entrega da CIP, que aconteceu nesta quinta-feira (10), na sede do Conselho.

O vice-presidente do CRMV-RJ, Diogo Alves; a tesoureira Isabelle Correa Rochebois Campello; e o secretário geral do Conselho, Paulo Cesar Amaral Ribeiro da Silva; deram as boas-vindas aos novos profissionais e falaram sobre as atribuições do CRMV-RJ, Código de Ética do médico-veterinário, mercado de trabalho e a importância de sempre se manterem atualizados para se destacarem em suas profissões.

Guilherme Esteves, de 27 anos, morador de Três Rios, também recebeu a carteira e falou sobre a escolha da profissão: “O meu pai é zootecnista e atua nessa área de produção de carne. Meu avô sempre teve açougue. Estou seguindo os caminhos da minha família e pretendo atuar na área de inspeção de alimentos”, contou.

Moradora de Jacarepaguá, a médica-veterinária Mylenna Palma Leitão, 25, contou como “caiu de paraquedas” na medicina veterinária e elogiou a cerimônia para entrega da carteira.

“Eu queria ser médica humana. Só que devido a custos, eu passei para a universidade mas não fui. Nisso, tive a ideia de fazer medicina veterinária. No meio do caminho pensei em desistir. Você estuda muito, tem que abrir mão de várias coisas. Minha área de paixão é alimentos apesar de trabalhar com pequenos. Atualmente estou estudando para o concurso do Exército

E continuou: “Eu acho importante essa cerimônia porque te passa uma segurança. O aluno recém-formado chega aqui perdido, e vê no Conselho um ponto de apoio, encontra onde buscar ajuda e informação”, disse Mylenna.

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