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CRMV-RJ repudia vídeo em que YouTuber oferece alimentos impróprios a um cachorro

O Conselho Regional de Medicina Veterinária do Rio de Janeiro (CRMV-RJ) tomou conhecimento de vídeos que estão circulando nas redes sociais, gravados por um YouTuber carioca com cerca de 700 mil seguidores, onde o mesmo alimenta um cachorro de raça shih-tzu, de idade entre 5 a 6 meses, com alimentos como cebola, chocolate e até mesmo refrigerante. Este Conselho esclarece que esse tipo de alimento não deve ser oferecido para os felinos e cachorros pois os mesmos podem causar intoxicação alimentar e levar a óbito.

Além disso, o referido YouTuber também fez gravações onde o animal aparece trancado dentro de uma geladeira (aparentemente desligada). Cabe lembrar que, de acordo com a Lei 9.605/98, artigo 32, é crime praticar maus-tratos contra animais domésticos, silvestres, nativos ou exóticos. Várias condutas podem caracterizar os crimes, tais como o abandono, ferir, mutilar, envenenar, manter em locais pequenos sem possibilidade de circulação e sem higiene, não abrigar do sol, chuva ou frio, não alimentar, não dar água, negar assistência veterinária se preciso, dentre outros.

O vereador Gabriel Monteiro, ao saber da circulação dos vídeos através do canal do influencer digital, foi até a casa do Youtuber e levou o cachorro em uma clínica veterinária, onde foram realizados exames se ultrassonografia, exame de sangue (hemograma + bioquímicas renais e hepáticas) e exame sorológico 4 dx.

No laudo médico, conforme divulgado pelo próprio YouTuber, foi constatado “quadro de intoxicação alimentar de caráter crônico, assim como a presença de processo anêmico em curso no quadro do animal”.

Com essas informações, foi lavrado um registro de ocorrência na 5ª Delegacia de Polícia (Mém de Sá), no dia 2 de abril de 2021.

O CRMV-RJ orienta a população que desconsidere toda e qualquer informação “técnica” proferida por leigos nas redes sociais. Só o profissional médico-veterinário detém a expertise e habilidade técnica para realizar atendimentos clínicos nos animais.

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