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Dia Internacional da Mulher: Pesquisadora científica conta como superou o preconceito

A médica-veterinária Phyllis Catharina Romijn (CRMV-RJ nº 1869) é a personagem desta quinta-feira da série do CRMV-RJ “Mulheres que nos representam”. A profissional, que atua desde 1978, faz parte da Comissão Nacional de Saúde Pública Veterinária (CNSPV) e é Pesquisadora da Empresa de Pesquisa Agropecuária do Estado do Rio de Janeiro (Pesagro-Rio).

Ela enfrentou o preconceito pelo fato de ser mulher na pele e, com entusiasmo e capacidade, conseguiu desenvolver o próprio caminho profissional na área da pesquisa.

1. Como surgiu seu amor pela medicina veterinária?

Tenho consciência de minha afinidade pelo bem estar dos animais desde os 7 anos de idade. Eu tentava entender o comportamento “ação-reação” peculiar em cada espécie, mas também individualmente, de meus patos e galinhas; meus coelhos e preás; meus cães e gatos. Tentava me colocar no lugar deles e procurava criar o ambiente melhor possível.

2. Como você consegue conciliar sua atividade profissional, ao fato de ser mãe, esposa e mesmo assim exercer a medicina veterinária com excelência?

Não considero ter conseguido conciliar isto tudo com excelência. Tive o apoio de irmã, irmão, pais, amigos e amigas, colegas, sempre. Desde cedo acho que já entendia de “One Health” (risos), pois aprendi a ouvir os que me cercam, sempre procurei respeitar cada um na sua verdade e a enxergar um consenso, o ambiente como um todo harmonioso, e não apenas cada indivíduo por si.

3. Alguma vez você sentiu na pele indícios de preconceito pelo fato de ser mulher?

Ser mulher me deu vantagens e desvantagens. Desvantagens por ter sido rotulada de estar à procura de fazendeiro rico para me sustentar. Vantagens de, justamente por isso, poder mostrar minha força de vontade para desenvolver meu caminho profissional em pesquisa.

4. Quais recomendações daria para que novas mulheres consigam obter o mesmo grau de excelência?

Coloque entusiasmo em todas suas ações. Não tente fazer a vida individualmente, mas sempre em “equipe”. Aprenda a ouvir e se colocar no lugar do outro. Aprenda a raciocinar e não apenas a seguir protocolos. Não permita que te rotulem. Apresente suas propostas de forma a mais palatável possível para a pessoa com a qual você se relaciona. O processo em si pode ser muito mais interessante que os resultados. “Mantenha seu copo de vinho sempre meio cheio”.

5. O que acha de, atualmente, as mulheres estarem ocupando cada vez mais posições altas no mercado de trabalho?

Muito justa esta valorização. Evidência da inteligência da mulher e de sua capacidade de batalhar pelo que quer. Vejo nas gerações mais novas que me rodeiam mais ânsia de ter poder nas mulheres que nos homens. E menos competição entre um e outro.

Phyllis Catharina Romijn

Tem graduação em Medicina Veterinária pela Universidade Federal Fluminense (1978) e mestrado e doutorado em Microbiologia Veterinária pela University of Surrey, respectivamente em 1986 e 1989. Seu pós-doutorado foi em Biologia molecular. Possui especialização em Biologia Marinha e oceanografia pela FAMATh (2011). Realizou ainda estudos de aplicação da ISO 17025 em laboratório de Virologia.

Atualmente, é pesquisadora científica da PESAGRO-RIO e consultora científica em controle de Epizootias.

Atua principalmente nos temas epizootiologia da Raiva e desenvolvimento sustentável, visando atender a demandas de comunidades de produtores familiares em geral. Tem experiência na área de Virologia animal, Saúde Coletiva, Medicina Veterinária Preventiva, Vigilância Ambiental em Saúde, com ênfase no monitoramento de viroses emergentes veiculados por animais silvestres que se constituem em zoonoses.

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